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Artes cênicas: ENFIM, UM LÍDER (2008)

“Enfim um líder” é um trabalho que ultrapassa a fronteira do espetáculo teatral e se transforma em um verdadeiro acontecimento nos centros urbanos onde é apresentado. Para tanto, uma expectativa entorno da chegada de um líder é criada. Com Enfim um Líder, o ERRO Grupo dá continuidade à pesquisa de intervenção no espaço urbano, realizada desde 2001, ao se voltar para uma ação que produz a diluição do espaço e do tempo.

A primeira produção teatral da Exato Segundo Produções Artísticas foi um grande desafio: realizar com o ERRO Grupo de Teatro dez apresentações de uma peça com três dias de duração em cada uma delas, cada uma delas em cidades e espaços diferentes. O trabalho desenvolveu-se ao longo de mais de seis meses, de novembro de 2007 a maio de 2008. Veja mais em www.enfimumlider.com


Artes visuais: Exposição “Asp sem verniz” (2008)

“Asp sem Verniz” foi uma exposição realizada na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. Carlos Asp é um importante nome do cenário artístico contemporâneo. Com curadoria de Fernando Boppré, a exposição ocorreu ao longo dos meses de setembro e outubro de 2008, com uma proposta, no mínimo, diferente: neste período, o artista residiu no espaço – o antigo casarão pertencente ao ex-governador e ex-presidente da República, Nereu Ramos. Além disso, a cada dia as obras eram alteradas pelo artista e pelo público presente, deslocando o conceito usual de “exposição”, realizando aquilo que se chamou por “disposição”. Mais informações sobre o artista em www.aspcarlos.com.br


Mostra: 10º CATAVÍDEO – aniversário de sucesso (2008)

A Mostra de Vídeos Catarinenses – CATAVÍDEO. é um projeto multi-setorial que contempla oficinas profissionalizantes, mesas de debates e mostra de vídeos. Neste ano, ela foi realizada em parceria com a Associação Cultural Alquimídia.org e o Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis – FUNCINE. Desde sua primeira edição, o evento tem um caráter inteiramente gratuito. Criado no ano de 1998 em Florianópolis, o CATAVÍDEO é um canal livre de exibição e discussão entre os realizadores de vídeo e o público espectador no estado de Santa Catarina.

Atualmente, o objetivo do Catavídeo se expandiu: a idéia não é apenas se firmar como a principal janela de exibição da produção catarinense na modalidade “vídeo” uma vez que esta meta já foi alcançada nos dez anos de existência da mostra. Agora, o projeto deseja mais: além de formar público e incentivar a troca de experiências entre os realizadores, a mostra pretende incentivar ainda mais a produção audiovisual em vídeo, fornecendo ferramentas de capacitação profissional para aqueles que já produzem vídeos no Estado e também para aqueles que pretendem iniciar na área.


Vídeoclipe: “Michê”, banda Samambaia Sound Club (2008)

O vídeoclipe da música “Michê”, da banda Samambaia Sound Club, teve a produção da Exato Segundo Produções Artísticas, com direção de Marco Stroisch (“Quem Disse que Eu tô indo pra Casa?”). O audiovisual para a canção “Michê” é uma das mais caprichadas produções pop já feitas em Santa Catarina. O roteiro incorporou idéias de boa parte dos envolvidos, apresentando um olhar cínico e bem humorado sobre o mundo da música e da indústria do entretenimento. Enquanto a letra da canção diz “quero seu dinheiro e faço valer cada centavo”, na tela desfilam imagens ora de uma banda de pagode, ora de um grupo de hip-hop, ou de “emos” reunidos em uma seita que poderia ser alguma dessas que arrecadam milhões de seus fiéis. Em seguida, o espectador é apresentado a uma prostituta (encarnada pela atriz Paula Braun — a mesma dos filmes “O Cheiro do Ralo” e “Outra Memória”).

Na ficha técnica do trabalho alguns nomes de peso do cenário local: Bianca Chiaradia, diretora de arte do trabalho, dirigiu “Mercado de Histórias”, Marx Vamerlatti, responsável pela fotografia, é um dos mais requisitados nomes atuando hoje no sul do País

Assista ao clipe: http://br.youtube.com/watch?v=pfLjwMoPUxU&feature=related


Audiovisual: História das cervejas em Santa Catarina (2007)

Produzido pela Exato Segundo, com direção de Andreas Peter, para o projeto “Santa Catarina em Cena”, da RBS/TV, foi exibido em duas partes no ano de 2007. O documentário narra a chegada dos imigrantes ao Estado e a relação social e cultural que eles mantinham com as cervejas, desde o processo de fabricação ao simples prazer da degustação. Com personagens que viveram uma época não tão distante, mas muito saudosa, o filme apresenta os locais onde as cervejas eram fabricadas de forma caseira, num processo que passava de pai para filho. Atualmente, além da referência histórica da fabricação de cerveja provinda da cultura alemã, um novo cenário se desenha no Estado haja que vista que diversas cervejarias artesanais ressurgem, abrindo um novo mercado cervejeiro, com novos sabores, cores e também novas histórias desse precioso líquido em Santa Catarina.


Audiovisual: Remando no tempo (2006)

Documentário realizado para o projeto “Santa Catarina em Cena”, da RBS/TV, em 2006. A direção foi assinada por Marco Stroisch, com produção da Exato Segundo e co-produção da Núcleomídia Comunicação. Com mais de 140 anos de história, as competições de remo foram os primeiros eventos esportivos organizados em Florianópolis. Em 1861, a Sociedade de Regatas de Desterro, clube fundado na Ilha, promovia a primeira competição não-oficial. Os clubes náuticos, que existem até hoje, foram criados nas primeiras décadas do século XIX: Riachuelo, Martinelli e Aldo Luz. Nas décadas de 1940 e 50, o remo foi o esporte mais popular de Florianópolis, superando até mesmo o futebol. As regatas eram prestigiadas por um grande público que assistia às competições ao longo do cais, do largo Rita Maria, do trapiche do Hoepcke e mesmo a bordo de barcos ou do navio Carl Hoepcke.


Audiovisual: Dyckias – tempos de extinção (2006)

O documentário “Dyckias – tempos de extinção”, dirigido por Iur Gomez e Jonas Edson Pinto, com produção da Exato Segundo, tem 52 minutos de duração e é o projeto premiado no III Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do Documentário Brasileiro – DOCTV, patrocinado pelo Ministério da Cultura através da Fundação Padre Anchieta (São Paulo) e TV Cultura de Santa Catarina.

O filme parte de uma bromélia endêmica denominada, entre os botânicos, Dyckia distachya, incluída na Lista Oficial da Flora Ameaçada de Extinção (Ibama, 1992) e que vivia, exclusivamente, nas margens dos rios Pelotas e Uruguai, nas divisas dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. No entanto, ela foi extinta pelo lago formado pela barragem da Usina Hidrelétrica Barra Grande. Extinção é um termo que na botânica se estende para além do conceito convencional: refere-se às espécies que desapareceram de seu ambiente natural, ainda que se encontrem em vasos ou em viveiros. É o caso da Dyckia distachya. O seu ambiente natural, às margens dos rios Uruguai e Pelotas, foi eliminado pela construção das usinas hidrelétricas de Itá, Machadinho, Campos Novos e Barra Grande, todas planejadas nos anos 70 e construídas nas décadas seguintes.


Audiovisual: Sorria, você está sendo filmado (2003)

Um filme inteiramente rodado sob o ponto de vista de câmeras de vigilância, em locações que se espalham pelas ruas da cidade. Essa temática, tão fantástica quanto atual, foi arrancada do cotidiano e transformada na primeira comédia catarinense por Chico Caprário, vencedor do “Prêmio Cinemateca Catarinense 2001” para curtas-metragens. Roteirizado e aperfeiçoado em cinco anos, o filme chegou à sua maturidade no tom profético de “1984” (livro de George Orwell), tendo em vista a onda de reality shows assim como a instalação massiva de câmeras de vigilância nas principais capitais do Brasil. O filme busca revelar o micro-universo da cultura local em pequenos atos do seu cotidiano, realçando de forma sutil e bem humorada as suas características mais delicadas, através do cruzamento de tecnologias em cinema, TV e mídia digital, inovando não só na técnica, mas também na linguagem. Leia mais em www.sarcastico.com.br/sorria